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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Resolva meu problema por favor, Márcia Goldschmidt


Prezada Márcia Goldschmidt,

Recorro a você para pedir conselho num dilema muito sério.

Eu tenho uma namorada que eu amo intensamente e quero casar com ela. O meu problema tem a ver com a minha família, eu tenho receio que a minha gata não se identifique e isso gere conflitos no nosso relacionamento. 

Papai é chefe do tráfico e tem atuação muito forte aqui no Rio. Ele conheceu a minha mãe numa casa de tolerância e conseguiu tirá-la dessa vida. Hoje ela tem sua própria zona com mais de duzentas mulheres e homens, e não precisa mais exercer esse trabalho pessoalmente, só de vez em quando pra se manter sempre por dentro das tendências do mercado. 

Tenho três irmãos e duas irmãs que eu conheço pessoalmente. O mais velho é deputado federal, a pedido do meu pai, para garantir os seus negócios. 

O segundo tinha problema, mas mudou muito de vida depois que cumpriu a pena por sequestro e estupro e hoje é bispo da Igreja Universal, já ressuscitou catorze mortos e curou mais de 300 aidéticos e vive bem com suas quatro esposas na região dos Lagos. 

Meu terceiro irmão abandonou a milícia que ele comandava no Complexo do Alemão, se arrependeu dos presuntos que ele tem no currículo, saiu do armário faz uns oito meses e hoje é travesti e trabalha na rua do Jóquei em São Paulo , mas ele faz só ativo. Apesar de ter virado a casaca e largado o Mengão pra virar curintiano por causa do Ronaldo, ele é um menino bom e não causa preocupação na família. A gente vê que ele tá bem encaminhado. 

A minha irmã mais velha casou com o avô da ex-namorada dela, que está em estado vegetativo por causa de um derrame que ele teve quando o bicho pegou na época do mensalão. Ela abriu sua própria empresa em parceria com um sindicato, um despachante e um cartório, e hoje vende autopeças procedentes de veículos desaparecidos de outros Estados. 

E a minha irmã caçulinha trabalha de dia como atriz nas Brasileirinhas e de noite ajuda a mamãe, só que ainda na fase do atendimento direto ao cliente, pra poder pegar o know-how do negócio a partir da base. 

Bom, Márcia, a minha pergunta é a seguinte: você acha que eu devo revelar de uma vez ou ir revelando pouco a pouco pra minha namorada que eu tenho um irmão deputado?

sábado, 3 de setembro de 2011

Se intrometer onde não foi chamado


Uma mulher, de táxi, com a filha de 11 anos, andam à noite. No caminho, a menina vê mulheres rodando bolsinha.
-Mãe,o que aquelas mulheres estão fazendo?

-Esperando seus maridos saírem do trabalho.

O taxista rindo diz:
-Fale a verdade para a garota...Elas são prostitutas, estão esperando clientes que lhes paguem para fazer sexo!!!

Todos ficam calados até que a menina pergunta:
-Aquelas mulheres também tem filhos, mamãe?

-Claro filha!! Como você acha que nascem os taxistas?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ninfomania

Enquanto isso no consultoria médico...
- Boa tarde. Faça o favor de se sentar, minha senhora.
- Boa tarde, Dr? Com licença...
- Então, e de que se queixa a Sr.ª D. Maria da Luz?
- Ai, Dr... tenho um problema, mas.... não fico muito à vontade, e nem sei como começar...
- Não tem nada que se envergonhar, seja o que for. Os médicos não julgam ninguém.
- Dr., eu levanto-me e sinto logo umas coisas, uns calores, uma vontade muito grande.... sabe? Só me passa fazendo amor, mas como o meu marido sai cedo de casa, eu vou à janela e chamo o primeiro que passar. Fazemos amor, e fico quase bem.... pra ficar completamente calma tenho que chamar outro. À tarde, é a mesma coisa, faço amor com três ou quatro e lá me aguento até à noite. Ando com um bocado de vergonha, e muito inquieta por não saber o que é isto... O Dr. sabe o que eu tenho? É alguma coisa ruim??
- Bom, pelos sintomas trata-se de um distúrbio do comportamento sexual,  a que se denomina "ninfomania".
- Ninfoquê, Dr. ?
- Ninfomania, nin-fo-ma-nia.
- O Dr. não se importa de escrever o nome aí num papel, pra eu mostrar lá no bairro pros que tão me chamando de puta?

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O que é um filho da puta

Estava sentado no meu escritório quando lembrei de uma chamada telefônica que tinha que fazer. Encontrei o número e disquei. Atendeu-me um cara mal humorado dizendo:
- Fale!
- Bom dia. Poderia falar com Andréa?
O cara do outro lado resmungou algo que não entendi e desligou na minha cara. Não podia acreditar que existia alguém tão grosso. Depois disso, procurei na minha agenda o número correto da Andréa e liguei. O problema era que eu tinha invertido os dois últimos dígitos do seu número.
Depois de falar com a Andréa, observei o número errado ainda anotado sobre a minha mesa. Decidi ligar de novo. Quando a mesma pessoa atendeu, falei:
- Você é um Filho da puta!!!
Desliguei imediatamente e anotei ao lado do número a expressão “Filho da puta” e deixei o papel sobre a minha agenda. Assim, quando estava nervoso com alguém, ou em um mau momento do dia, ligava prá ele, e quando atendia, lhe dizia “Você é um Filho da puta” e desligava sem esperar resposta. Isto me fazia sentir realmente muito melhor. Ocorre que a Telemar introduziu o novo serviço “bina” de identificação de chamadas, que me deixou preocupado e triste porque teria que deixar de ligar para o “Filho da puta”. Então, tive uma idéia: disquei o seu número de telefone, ouvi a sua voz dizendo “Alô” e mudei de identidade:
- Boa tarde, estou ligando da área de vendas da Telemar, para saber se o senhor conhece o nosso serviço de identificador de chamadas “bina”.
- Não estou interessado! – disse ele, e desligou na minha cara.
O cara era mesmo mal-educado. Rapidamente, disquei novamente:
- Alô?
- É por isso que você é um Filho da puta!!! – e desliguei.
Alguns dias depois, eu fui até o shopping, no centro da cidade, comprar umas camisas. Uma senhora estava demorando muito tempo para tirar o carro de uma vaga no estacionamento. Cheguei a pensar que nunca fosse sair. Finalmente seu carro começou a mover-se e a sair lentamente do seu espaço. Dadas às circunstâncias, decidi retroceder meu carro um pouco para dar à senhora todo o espaço que fosse necessário: “Grande!” pensei, “finalmente vai embora”. Imediatamente, apareceu um Vectra preto vindo do outro lado do estacionamento e entrou de frente na vaga da senhora que eu estava esperando. Comecei a tocar a buzina e a gritar:
- Ei, amigo. Não pode fazer isso! Eu estava aqui primeiro!
O fulano do Vectra simplesmente desceu do carro, fechou a porta, ativou o alarme e caminhou no sentido do shopping, ignorando a minha presença, como se não estivesse ouvindo. Diante da sua atitude, pensei: “Esse cara é um grande Filho da puta! Com toda certeza tem uma grande quantidade de Filhos da puta neste mundo!”. Foi aí que percebi que o cara tinha um aviso de “VENDE-SE” no vidro do Vectra. Então, anotei o seu número telefônico e procurei outra vaga para estacionar.
Depois de alguns dias, estava sentado no meu escritório e acabara de desligar o telefone – após ter discado o número do meu velho amigo e dizer “Você é um Filho da puta” (agora já é muito fácil discar pois tenho o seu número na memória do telefone), quando vi o número que havia anotado do cara do Vectra preto e pensei: “Deveria ligar para esse cara também”. E foi o que fiz. Depois de um par de toques alguém atendeu:
- Alô.
- Falo com o senhor que está vendendo um Vectra preto?
- Sim, é ele.
- Poderia me dizer onde posso ver o carro?
- Sim, e u moro na Rua XYZ, n° 1234. É uma casa amarela e o Vectra está estacionado na frente.
- Qual e o seu nome?
- Meu nome e Eduardo – diz o cara.
- Qual a hora é mais apropriada para encontrar com você, Eduardo?
- Pode me encontrar em casa à noite e nos finais de semana.
- É o seguinte Eduardo, posso te dizer uma coisa?
- Sim.
- Eduardo, você é um grande Filho da puta!!! – e desliguei o telefone.
Depois de desligar, coloquei o número do telefone do Eduardo (que parecia não ter “bina”, pois não fui importunado depois que falei com ele) na memória do meu telefone. Agora eu tinha um problema: eram dois “Filhos da puta” para ligar. Após algumas ligações ao par de “Filhos da puta” e desligar-lhes, a coisa não era tão divertida como antes. Este problema me parecia muito sério e pensei em uma solução: em primeiro lugar, liguei para o “Filho da puta 1″. O cara, mal-educado como sempre, atendeu:
- Alô – e então falei:
- Você é um Filho da puta – mas desta vez não desliguei. O “Filho da puta 1″ diz:
- Ainda está aí, desgraçado?
- Siiimmmmmmmm, amorrrrrr!!! – respondi rindo.
- Pare de me ligar, seu filho da mãe – disse ele, irritadíssimo.
- Não paro nããão, Filho da putinha querido!!!
- Qual é o teu nome, lazarento? – berrou ele, descontrolado! Eu, com voz séria de quem também está bravo, respondi:
- Meu nome é Eduardo, seu Filho da Puta. Porquê???
- Onde você mora, que eu vou aí te pegar, desgraçado? – gritou ele.
- Você acha que eu tenho medo de um Filho da puta? Eu moro na Rua XYZ, n°1234, em uma casa amarela, e o meu Vectra preto está estacionado na frente, seu palhaço filho da puta. E agora, vai fazer o quê? – gritei eu.
- Eu vou até aí agora mesmo, cara. É bom que comece a rezar, porque você já era. – rosnou ele.
- Uuiii! É mesmo? Que medo me dá, Filho da puta. Você é um bosta! E eu estou na porta da minha casa te esperando!!! – e de sliguei o telefone na cara dele. Imediatamente liguei para o “Filho da puta 2″.
- Alô – disse ele.
- Olá, grande Filho da puta!!! – falei.
- Cara, se eu te encontrar vou…
- Vai o quê? O que você vai fazer? Seu Filho da puta!
- Vou chutar a sua boca até não ficar nenhum dente, cara!!!
- Acha que eu tenho medo de você, Filho da puta? Vou te dar uma grande oportunidade de tentar chutar minha boca, pois estou indo para tua casa, seu Filho da puta!!! E depois de arrebentar sua cara, vou quebrar todos os vidros desta porcaria de Vectra que você tem. E reze pra eu não botar fogo nessa casa amarelinha de bicha. Se for homem, me espera na porta em 5 minutos, seu Filho da puta!!! – e bati o telefone no gancho.
Logo, fiz outra ligação, desta vez para a polícia. Usando uma voz afetada e chorosa, falei que estava na Rua XYZ, n° 1234, e que ia matar o meu namorado homossexual assim que ele chegasse em casa. Finalmente peguei o telefone e liguei o programa da CNT “Cadeia” do Alborguetti, para reportar que ia começar uma briga de um marido que ia voltando mais cedo para casa para pegar o amante da mulher que morava na Rua XYZ, n° 1234. Depois de fazer isto, peguei o meu carro e fui para Rua XYZ, n° 1234, para ver o espetáculo. Foi demais, observar um par de “Filhos da puta” chutando-se na frente da equipe de reportagem, até a chegada da viatura da polícia, que levou os dois algemados e arrebentados para a delegacia.
Moral da história? Não tem moral nenhuma! Foi de sacanagem mesmo…
E vê se atende ao telefone educadamente, pois posso ser eu ligando para você por engano.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Policial destreinado

Mineirinho foi preso, estava na delegacia, todo arrebentado. Seus advogados compareceram para libertá-lo, e perguntaram o que havia acontecido.

Mineirinho começa a explicar:
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino. Solidário,comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta que pariu.

Depois disso não lembro de mais nada!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Vaga de estacionamento

O advogado estava chegando tarde a uma importante reunião no seu escritório e não encontrava vaga no estacionamento.
Nesse instante ele levantou as mãos ao céu, fechou os olhos e disse:
- Senhor, por favor me arruma uma vaga. Te prometo que irei na Missa todos os domingos do resto da minha vida. Deixo as Putas, o álcool e as drogas.
Ah... Além disso, terminarei o caso que tenho com a minha secretária que é casada.

Nesse instante, milagrosamente aparece um lugar para estacionar na porta do edifício, o sujeito estaciona e diz:
- Não se preocupe mais Senhor, achei uma vaga!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Tomando na zona

O rico e o pobre deram uma chegadinha na zona do meretrício local.

O rico pediu uma garrafa de champagne francês Don Perignon e, também, a mulher mais gostosa e cara daquela zona. Arrancou as roupas da puta e, com ela em pé, derramou champagne no reguinho formado pelos seios dela e tomou todo o líquido lá embaixo, na xavasca da mesma e fez uma saudação dizendo:
- O dinheiro é justamente para me dar esse tipo de prazer !!!

O pobre viu aquilo e pediu uma dose de Caninha Tatuzinho e, em seguida, pediu a mulher mais barata da zona e logicamente a mais feia.

Tirou a roupa da puta, virou-a de costas e derramou a cachaça nas costas da mesma e, com a boca no ruscutufo dela, tomou toda a pinga que escorria e saudou dizendo:
- Pobre tem que tomar no cu mesmo!!