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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quem manda aqui


sábado, 16 de julho de 2011

Garotos pelados

A velhinha foi à delegacia reclamar de uns garotos peladões num quintal,
perto da casa dela. O delegado ficou doido. Onde já se viu uma indecência dessas perto da inocente velhinha?
Lá foi o delegado e deu aquele tranco nos garotos que se desculparam e que
isso não ia mais acontecer. Tudo resolvido, o delegado avisou a velhinha e foi embora.

Passa uma semana, a velhinha volta à delegacia reclamar dos garotos
peladões. O delegado ficou maluco. De novo ? Só matando... só
matando!!
Lá foi o delegado. Quando chegou, viu que os garotos tinham construído um
muro de mais de 2 metros de altura??

Chamou a velhinha:
- Mas quando a senhora está vendo os garotos pelados?
A velhinha:
- Quando eu subo no banquinho!!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Apanhando do Jorjão

Se havia algo que deixava o delegado Carlos Henrique consternado, era choro de mulher. Ainda mais quando ela tinha 30 anos, era bonita e sensual:

- Mas o que foi que aconteceu, meu anjo? Conta pra mim.

Maristela, era esse o nome da vítima, fez beicinho:
- Ele me bateu.

Dr. Carlos Henrique trincou os dentes:
- Ele, quem?

- O Jorjão.

Sentiu o peito arfar:
- E quem é esse Jorjão?

- É...bem, como eu posso dizer? Ah, deixa pra lá, doutor. Acho melhor não registrar nada.

Dr. Carlos Henrique pousou a mão naquele ombro macio, carnudo:
- Posso lhe dizer uma coisa?

Maristela ficou em silêncio.

O delegado insistiu:
- Com toda a experiência?

Ela balançou a cabeça, afirmativamente:
- Pode.

- Se você não denunciar esse patife, ele vai te bater de novo.
Abriu o olho roxo:

- O senhor acha ?

- Tenho certeza, meu doce - alisou o hematoma: - Aliás, vou expedir uma guia para o Instituto Médico-Legal fazer o exame de corpo de delito. Está horrível...

Apesar dos pesares, ela sorriu:
- O senhor ainda não viu nada.

- Ele fez pior ainda?

Maristela pôs a mão na coxa:
- Me deu um chute aqui...

- Ficou a marca ?

- Uma mancha enorme.

- Entre aqui no meu gabinete, que eu quero ver.

- Então, feche a porta, doutor.

Dr. Carlos Henrique deu três voltas com a chave e mais quatro com o ferrolho. Tapou o buraco da fechadura com uma fita adesiva:
- Assim está bom?

- Ótimo. Agora, ligue o ar e prepare uma bebida para nós dois.

- Vinho?

Maristela mordeu o lábio ferido e exigiu:
- Se tiver uísque, eu prefiro.

- Tenho sempre um litro guardado para essas emergências, meu anjo. Puro ou com gelo ?

- Puro.

O delegado serviu duas doses. Maristela pegou a sua e bebeu tudo em apenas três goles. Estalou os beiços:
- Vou tirar a roupa.

- Mostra tudo, meu doce. Quero ver todos os hematomas.

- Apaga aquela luz ali. Deixa só a do corredor...

Dr. Carlos Henrique estava arrepiado:
- Isto aqui tá parecendo estúdio da Playboy...tira tudo, meu anjo, tira.

- Tô tirando...pronto...

O delegado, nervoso:
- Preciso acender. Quero ver de perto para poder descrever nos autos...epa!!!

- O que foi, doutor?

- Você é homem, cara !

- É com isso que o Jorjão não se conforma.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Surra do Jorjão

Se havia algo que deixava o delegado Carlos Henrique consternado, era choro de mulher. Ainda mais quando ela tinha 30 anos, era bonita e sensual.
- Mas o que foi que aconteceu, meu anjo? Conta pra mim.

Maristela - era esse o nome da vítima - fez beicinho:
- Ele me bateu.

Dr. Carlos Henrique trincou os dentes:
- Ele, quem?

- O Jorjão. Sentiu o peito arfar:

- E quem é esse Jorjão?

- É, bem, como eu posso dizer? Ah, deixa pra lá, doutor. Acho melhor não registrar nada.

Dr. Carlos Henrique pousou a mão naquele ombro macio, carnudo:
- Posso lhe dizer uma coisa?

Ela balançou a cabeça, afirmativamente:
- Pode.

- Se você não denunciar esse patife, ele vai te bater de novo.

Abriu o olho roxo:
- O senhor acha?

- Tenho certeza, meu doce - alisou o hematoma - Aliás, vou expedir uma guia para o Instituto Médico-Legal fazer o exame de corpo de delito. Está horrível.

Apesar dos pesares, ela sorriu:
- O senhor ainda não viu nada.

- Ele fez pior ainda?

Maristela pôs a mão na coxa:
- Me deu um chute aqui.

- Ficou a marca?

- Uma mancha enorme.

- Entre aqui no meu gabinete que eu quero ver.

- Então, feche a porta, doutor.

Dr. Carlos Henrique deu três voltas com a chave e mais quatro com o ferrolho. Tapou o buraco da fechadura com uma fita adesiva:
- Assim está bom?

- Ótimo. Agora, ligue o ar e prepare uma bebida para nós dois.

- Vinho?

Maristela mordeu o lábio ferido e exigiu:
- Se tiver uísque, eu prefiro.

- Tenho sempre um litro guardado para essas emergências, meu anjo. Puro ou com gelo?

- Puro.

O delegado serviu duas doses. Maristela pegou a sua e bebeu tudo em apenas três goles. Estalou os beiços:
- Vou tirar a roupa.

- Mostra tudo, meu doce.. Quero ver todos os hematomas.

- Apaga aquela luz ali. Deixa só a do corredor.

Dr. Carlos Henrique estava arrepiado:
- Isto aqui tá parecendo estúdio da Playboy. Tira tudo meu anjo, tira..

- Tô tirando. Pronto.

O delegado, nervoso:
- Preciso acender. Quero ver de perto para poder descrever nos autos... Êpaaaa!!!

- O que foi doutor?

- Você é homem, cara!

- É com isso que o Jorjão não se conforma...