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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Carta do sogro para o futuro genro


Prezado Pedro, meu futuro genro. 

Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha. Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe. Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e o piercing no nariz, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante. 

Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito. E que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta. Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques. 

Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma renomada Universidade, é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola. 

Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza, e reconheço que estava errado. Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha. 

                               Um grande abraço, 

                                                                       Seu futuro sogro. 

  P.S. Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Piada :: No dos outros é refresco


Duas velhinhas estão sentadas num banco da praça da cidadezinha do interior, bem em frente a uma casa de tolerância. De repente, elas vêem o padre Antônio chegar na porta, dar uma olhada ao redor, e entrar sorrateiramente.
- A senhora viu isso? - comenta uma delas, indignada - Para onde está indo este mundo? Até os homens de Deus estão freqüentando essas casas de reputação duvidosa!

Pouco depois, o prefeito chega na porta e entra na casa disfarçadamente.
- A senhora acredita nisso? - pergunta agora a segunda velhinha, também indignada - Até nossos dirigentes estão dando este péssimo exemplo!

Meia hora depois, o Dr. Julinho, o médico da cidade, genro da primeira velhinha, também entra na casa.
- Olha só, o meu genro! - diz a primeira velhinha

- Alguma moça deve ter ficado doente!