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quarta-feira, 29 de julho de 2015

As nossas opiniões são realmente nossas?

Hoje vou escrever sobre o movimento que vem crescendo muito, que é o preconceito contra os homo afetivos, na verdade, isso mudou tanto que nem sei se devo chamar de homo afetivos, antes era viado, depois gay, homossexuais e acredito que agora seja homo afetivos. Vou me referir assim, mas somente para demonstrar minhas opiniões e dúvidas a respeito do assunto.

Tenho alguns amigos assim e muitas vezes conversamos sobre o assunto, em todos os casos que perguntei, nenhum deles falou que foi por opção e sim por vontade. Todos eles falam que se pudessem escolher eles não gostariam de pessoas do mesmo sexo, isso também acontece com os que gostam de pessoas de sexo oposto, quem nunca amou, mas queria poder escolher não amar determinada pessoa ou queria muito amar alguém, mas não sentia? Enfim, o amor não é bem uma questão de escolha.

O grande problema que vejo em tratar todo mundo de forma igual é justamente tratar pessoas diferentes de forma igual. Acho que existem particularidades que ficariam estranhas ou inviáveis no tratamento.

Uma vez passei por uma situação que me deixou confuso. Meu filho, de 3 anos na época, pediu um calçado e deixei ele escolhendo, ele me trouxe um calçado que ao meu ver era feminino. Orientei ele que era de menina e ele voltou a escolher. Bom, eu afirmei para ele que era calçado de menina, eu rotulei!! E se ele gostasse de calçados de menina, eu deveria proibí-lo? Cheguei ao ponto que não consegui resolver a questão na minha cabeça de forma que eu pudesse ser imparcial e ao mesmo tempo deixar ele fora de possíveis zoações no colégio. Particularmente eu não usaria o calçado, mas será que eu não usaria porque a sociedade vem de muito tempo nos impondo que aquilo é errado e isso fica no nosso subconsciente ou realmente eu não curte esse tipo de calçado?

Essa questão eu já discuti com meus amigos e enfim, as respostas eram muito variadas. Se você vivesse em uma ilha sem acesso ao continente (internet e afins) somente com pessoas do mesmo sexo, você seria homo afetivo ou não?

Será que nossas opções são realmente nossas ou foram escolhas determinadas, de alguma forma, pelo meio em que vivemos?
O que vocês acham?

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Piada :: Sim, é minha casa!

Um guarda flagra um bêbado entrando numa casa altas horas da madrugada:
— Está querendo roubar esta casa né, seu gatuno?
— Que é isso, seu guarda? Esta casa é minha!
— Sua coisa nenhuma! Vamos já para a delegacia, seu marginal.
— Mas, seu guarda… eu moro aqui, tô falando! A casa é minha, o senhor quer ver?
O bêbado vai entrando e mostrando os cômodos:
— Aqui é a sala… Ali é o quarto das crianças, que estão dormindo. E logo ali é o meu quarto.
Quando ele abre a porta, na cama dormindo, estava a mulher e o amante.
Sem titubear, o bêbado aponta:
— Então seu guarda, aquela é minha mulher, e aquele ali deitado ao lado, abraçado com ela, sou eu!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Piada :: O carro é de quem, afinal?


- Amigo,tu tens carro?
 
- Sim, não ... mais ou menos ...

- Mas homem, o que é isso? ou tens ou não tens...

- Olha!
É da minha esposa  quando vai às compras.
É do meu filho quando sai com a namorada.
É da minha filha quando vai à boate.
E é meu quando não tem gasolina!! 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Pegando as duas


Um mineiro está visitando o amigo carioca que sofreu um acidente de carro e irá ficar, temporariamente, de cama e mora numa belíssima casa de dois andares, no Jardim Botânico.

De repente o acidentado diz:
- Eu deixei as minhas sandálias lá em cima no meu quarto. Você não quer ir lá pegar pra mim, por favor?

- Não dá para recusar este tipo de favor, não é?

Então, o cara sobe a escada e vai até o quarto do amigo. Chegando lá, ele percebe que a porta do banheiro está se abrindo e as duas lindas filhas gêmeas do amigo, 18 aninhos recém-completados, estão saindo, com apenas um robe suficientemente transparente para escancarar os tesouros que elas inocentemente deixaram à vista.

O cara, hum? Mineirim? Com 30 anos de Belzonte, não perde a chance:
- Oi meninas, foi seu pai que me pediu para subir e transar com vocês!

As duas olham-se incrédulas:
- Mentira sua! Ele nunca iria dizer isso!

- É lógico que disse! - responde ele - Querem ver?

E, gritando para o amigo lá embaixo, pergunta:
- É pra pegar só uma ou as duas?

- CLAARO QUE AS DUAS!!

sábado, 30 de julho de 2011

Filha fazendeira



O visitante chegou na porteira da fazenda e foi recebido pela filha do fazendeiro. Uma loira gostosíssima, diga-se de passagem.

- Papai não está, não senhor - disse ela - Mas o senhor pode me dizer o que quer porque quando ele não está eu cuido dos negócios. O senhor trouxe uma vaca pra cruzar, é isso? Qual touro reprodutor o senhor quer alugar? Tem de vários preços e...

- Não, garota! - interrompe o homem - Eu vim aqui pra dizer que o seu irmão passou a noite com a minha filha!

- Bom, isso o senhor vai ter que ver com ele mesmo, porque eu não tenho a mínima idéia de quanto ele cobra pelo meu irmão!

domingo, 17 de julho de 2011

O rabino não mente

O rabino  tinha 12 filhos, precisava sair da casa onde morava e alugar outra, mas não conseguia por causa do monte de crianças. Quando ele dizia que tinha 12 filhos ninguém queria alugar, porque sabiam que a criançada irá  destruir a casa e ele não podia dizer que não tinha filhos, não podia mentir. Rabinos não podem mentir.

Ele estava ficando desesperado, o prazo para se mudar estava se esgotando. Daí teve uma ideia: mandou a mulher ir passear no cemitério com 11 dos filhos. Pegou o filho que sobrou e foi ver casas junto com o agente da imobiliária.

Gostou de uma e o agente perguntou quantos filhos ele tinha. Ele respondeu que tinha 12. Daí o agente perguntou: mas onde estão os outros?

E ele respondeu, com um ar muito triste:

"Estão no cemitério, junto com a mamãe deles".

E foi assim que ele conseguiu alugar uma casa sem mentir...."

A inteligência faz a diferença.
Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nomes estranhos

 Dois amigos se encontram depois de muito tempo.
- Olá, Osvaldo, soube que você se casou! - comenta o primeiro.
- Já faz bastante tempo! Já tenho duas filhas!
- Que beleza! Como elas se chamam?
- A mais velha chama-se Coristina e a mais nova Novalgina. E você, já tem filhos?
- Tenho uma filha!
- E como ela se chama?
- Maria!
- Maria? Mas isso é nome de biscoito!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Texto sobre Avós

Texto antigo escrito por uma criança de 8 anos sobre avós.

"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros.
As Avós não têm nada para fazer, é só estarem ali.
Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam nas flores bonitas e nem nas lagartas.
Nunca dizem  "Some daqui" !".  Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem abotoar os nossos sapatos.
Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou então, uma fatia maior.
As Avós usam óculos e,  às vezes,  até conseguem tirar os dentes.
Quando nos contam histórias,  nunca pulam pedaços e não se importam de contar a mesma história várias vezes.
As Avós são as únicas pessoas grandes que sempre têm tempo para nós.
Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.
Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó,  ainda mais  se não tiver Televisão".

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O que é um filho da puta

Estava sentado no meu escritório quando lembrei de uma chamada telefônica que tinha que fazer. Encontrei o número e disquei. Atendeu-me um cara mal humorado dizendo:
- Fale!
- Bom dia. Poderia falar com Andréa?
O cara do outro lado resmungou algo que não entendi e desligou na minha cara. Não podia acreditar que existia alguém tão grosso. Depois disso, procurei na minha agenda o número correto da Andréa e liguei. O problema era que eu tinha invertido os dois últimos dígitos do seu número.
Depois de falar com a Andréa, observei o número errado ainda anotado sobre a minha mesa. Decidi ligar de novo. Quando a mesma pessoa atendeu, falei:
- Você é um Filho da puta!!!
Desliguei imediatamente e anotei ao lado do número a expressão “Filho da puta” e deixei o papel sobre a minha agenda. Assim, quando estava nervoso com alguém, ou em um mau momento do dia, ligava prá ele, e quando atendia, lhe dizia “Você é um Filho da puta” e desligava sem esperar resposta. Isto me fazia sentir realmente muito melhor. Ocorre que a Telemar introduziu o novo serviço “bina” de identificação de chamadas, que me deixou preocupado e triste porque teria que deixar de ligar para o “Filho da puta”. Então, tive uma idéia: disquei o seu número de telefone, ouvi a sua voz dizendo “Alô” e mudei de identidade:
- Boa tarde, estou ligando da área de vendas da Telemar, para saber se o senhor conhece o nosso serviço de identificador de chamadas “bina”.
- Não estou interessado! – disse ele, e desligou na minha cara.
O cara era mesmo mal-educado. Rapidamente, disquei novamente:
- Alô?
- É por isso que você é um Filho da puta!!! – e desliguei.
Alguns dias depois, eu fui até o shopping, no centro da cidade, comprar umas camisas. Uma senhora estava demorando muito tempo para tirar o carro de uma vaga no estacionamento. Cheguei a pensar que nunca fosse sair. Finalmente seu carro começou a mover-se e a sair lentamente do seu espaço. Dadas às circunstâncias, decidi retroceder meu carro um pouco para dar à senhora todo o espaço que fosse necessário: “Grande!” pensei, “finalmente vai embora”. Imediatamente, apareceu um Vectra preto vindo do outro lado do estacionamento e entrou de frente na vaga da senhora que eu estava esperando. Comecei a tocar a buzina e a gritar:
- Ei, amigo. Não pode fazer isso! Eu estava aqui primeiro!
O fulano do Vectra simplesmente desceu do carro, fechou a porta, ativou o alarme e caminhou no sentido do shopping, ignorando a minha presença, como se não estivesse ouvindo. Diante da sua atitude, pensei: “Esse cara é um grande Filho da puta! Com toda certeza tem uma grande quantidade de Filhos da puta neste mundo!”. Foi aí que percebi que o cara tinha um aviso de “VENDE-SE” no vidro do Vectra. Então, anotei o seu número telefônico e procurei outra vaga para estacionar.
Depois de alguns dias, estava sentado no meu escritório e acabara de desligar o telefone – após ter discado o número do meu velho amigo e dizer “Você é um Filho da puta” (agora já é muito fácil discar pois tenho o seu número na memória do telefone), quando vi o número que havia anotado do cara do Vectra preto e pensei: “Deveria ligar para esse cara também”. E foi o que fiz. Depois de um par de toques alguém atendeu:
- Alô.
- Falo com o senhor que está vendendo um Vectra preto?
- Sim, é ele.
- Poderia me dizer onde posso ver o carro?
- Sim, e u moro na Rua XYZ, n° 1234. É uma casa amarela e o Vectra está estacionado na frente.
- Qual e o seu nome?
- Meu nome e Eduardo – diz o cara.
- Qual a hora é mais apropriada para encontrar com você, Eduardo?
- Pode me encontrar em casa à noite e nos finais de semana.
- É o seguinte Eduardo, posso te dizer uma coisa?
- Sim.
- Eduardo, você é um grande Filho da puta!!! – e desliguei o telefone.
Depois de desligar, coloquei o número do telefone do Eduardo (que parecia não ter “bina”, pois não fui importunado depois que falei com ele) na memória do meu telefone. Agora eu tinha um problema: eram dois “Filhos da puta” para ligar. Após algumas ligações ao par de “Filhos da puta” e desligar-lhes, a coisa não era tão divertida como antes. Este problema me parecia muito sério e pensei em uma solução: em primeiro lugar, liguei para o “Filho da puta 1″. O cara, mal-educado como sempre, atendeu:
- Alô – e então falei:
- Você é um Filho da puta – mas desta vez não desliguei. O “Filho da puta 1″ diz:
- Ainda está aí, desgraçado?
- Siiimmmmmmmm, amorrrrrr!!! – respondi rindo.
- Pare de me ligar, seu filho da mãe – disse ele, irritadíssimo.
- Não paro nããão, Filho da putinha querido!!!
- Qual é o teu nome, lazarento? – berrou ele, descontrolado! Eu, com voz séria de quem também está bravo, respondi:
- Meu nome é Eduardo, seu Filho da Puta. Porquê???
- Onde você mora, que eu vou aí te pegar, desgraçado? – gritou ele.
- Você acha que eu tenho medo de um Filho da puta? Eu moro na Rua XYZ, n°1234, em uma casa amarela, e o meu Vectra preto está estacionado na frente, seu palhaço filho da puta. E agora, vai fazer o quê? – gritei eu.
- Eu vou até aí agora mesmo, cara. É bom que comece a rezar, porque você já era. – rosnou ele.
- Uuiii! É mesmo? Que medo me dá, Filho da puta. Você é um bosta! E eu estou na porta da minha casa te esperando!!! – e de sliguei o telefone na cara dele. Imediatamente liguei para o “Filho da puta 2″.
- Alô – disse ele.
- Olá, grande Filho da puta!!! – falei.
- Cara, se eu te encontrar vou…
- Vai o quê? O que você vai fazer? Seu Filho da puta!
- Vou chutar a sua boca até não ficar nenhum dente, cara!!!
- Acha que eu tenho medo de você, Filho da puta? Vou te dar uma grande oportunidade de tentar chutar minha boca, pois estou indo para tua casa, seu Filho da puta!!! E depois de arrebentar sua cara, vou quebrar todos os vidros desta porcaria de Vectra que você tem. E reze pra eu não botar fogo nessa casa amarelinha de bicha. Se for homem, me espera na porta em 5 minutos, seu Filho da puta!!! – e bati o telefone no gancho.
Logo, fiz outra ligação, desta vez para a polícia. Usando uma voz afetada e chorosa, falei que estava na Rua XYZ, n° 1234, e que ia matar o meu namorado homossexual assim que ele chegasse em casa. Finalmente peguei o telefone e liguei o programa da CNT “Cadeia” do Alborguetti, para reportar que ia começar uma briga de um marido que ia voltando mais cedo para casa para pegar o amante da mulher que morava na Rua XYZ, n° 1234. Depois de fazer isto, peguei o meu carro e fui para Rua XYZ, n° 1234, para ver o espetáculo. Foi demais, observar um par de “Filhos da puta” chutando-se na frente da equipe de reportagem, até a chegada da viatura da polícia, que levou os dois algemados e arrebentados para a delegacia.
Moral da história? Não tem moral nenhuma! Foi de sacanagem mesmo…
E vê se atende ao telefone educadamente, pois posso ser eu ligando para você por engano.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Vela para os filhos

A beata e piedosa Mª Antónia ia pela rua quando cruzou com o sacerdote.
O padre disse-lhe:
- Bom dia. Por acaso você não é a Mª Antónia, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?

Ela respondeu:
- Sim Padre, sou eu mesma.

O sacerdote perguntou:
- Mas não me lembro de ter batizado um filho seu. Não teve nenhum?

Ela respondeu:
- Não Padre, ainda não.

O padre disse:
- Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se você quiser, acendo lá uma vela por você e seu marido, para que recebam a benção de poder ter filhos.

Ela respondeu:
- Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos.

Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente. O sacerdote ancião perguntou:
- Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?

Ela respondeu:
- Óh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total 10!

Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?

- Está a caminho de Roma, para ver se apaga a porcaria da vela...