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domingo, 7 de agosto de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Confusão também dá cadeia
O cara está preso na delegacia, todo arrebentado…O advogado comparece
para libertá-lo, e pergunta o que havia acontecido. O cliente começa a
explicar:
- Bem, eu estava passando na rua e de repente, vi um monte de gente correndo. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabava de dar à luz um lindo menino. Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um Polícial de Intervenção, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta que pariu…
- Depois disso não me lembro de mais nada.
- Bem, eu estava passando na rua e de repente, vi um monte de gente correndo. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabava de dar à luz um lindo menino. Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um Polícial de Intervenção, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta que pariu…
- Depois disso não me lembro de mais nada.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Filmando tudo
"Vinte anos. Ah, os vinte anos. De casados, claro! Casamos novos. Ela com 19 e eu com 20 anos de idade. Lua-de-mel, viagens, mobílias na casa alugada, prestações da casa própria e o primeiro bebê. Anos oitenta e a moda era ter uma filmadora do Paraguai. Sempre tinha um vizinho ou amigo contrabandista disposto a trazer aquela muambazinha por um preço módico. Ela tinha vergonha, mas eu desejava eternizar aquele momento.
Interrompi na sala de parto com a câmera no ombro e chorei enquanto filmava o parto do meu primeiro filho. Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir o filme.
Perdi a conta das cópias que fiz do parto e distribuí entre amigos, parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram o meu orgulho.
Três anos depois, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro. Como ela categoricamente disse que não queria que eu filmasse, invadi a sala de parto mais uma vez com a câmera ao ombro. As pessoas que me conhecem sabem que havia apenas amor de pai e marido naquele ato.
O fato de fazer diversas cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho. Nada que se comparasse ao fato de ela, essa semana, invadir a sala do meu proctologista, câmera ao ombro, filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas braçadeiras, o cara com um dedo (ele jura que era só um!) quase na minha garganta e a mulher gritando: Ah! Doutor! Que maravilha! Vou fazer duas mil cópias dessa fita! Semana que vem estou enviando uma para o senhor! Meus olhos saindo da órbita a fuzilaram, mas a dor era tanta que não conseguia falar. O miserável do médico girou o dedo e eu vi o teto a dois centímetros do meu nariz.
A mulher continuou a gritar, como um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar. Vou dar um close agora...
Alcancei um sapato na mesa e joguei na maldita.
Agora, estou escrevendo este e-mail, pedindo aos amigos que receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim. Eu pago o reembolso..."
(Luis Fernando Veríssimo)
Interrompi na sala de parto com a câmera no ombro e chorei enquanto filmava o parto do meu primeiro filho. Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir o filme.
Perdi a conta das cópias que fiz do parto e distribuí entre amigos, parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram o meu orgulho.
Três anos depois, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro. Como ela categoricamente disse que não queria que eu filmasse, invadi a sala de parto mais uma vez com a câmera ao ombro. As pessoas que me conhecem sabem que havia apenas amor de pai e marido naquele ato.
O fato de fazer diversas cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho. Nada que se comparasse ao fato de ela, essa semana, invadir a sala do meu proctologista, câmera ao ombro, filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas braçadeiras, o cara com um dedo (ele jura que era só um!) quase na minha garganta e a mulher gritando: Ah! Doutor! Que maravilha! Vou fazer duas mil cópias dessa fita! Semana que vem estou enviando uma para o senhor! Meus olhos saindo da órbita a fuzilaram, mas a dor era tanta que não conseguia falar. O miserável do médico girou o dedo e eu vi o teto a dois centímetros do meu nariz.
A mulher continuou a gritar, como um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar. Vou dar um close agora...
Alcancei um sapato na mesa e joguei na maldita.
Agora, estou escrevendo este e-mail, pedindo aos amigos que receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim. Eu pago o reembolso..."
(Luis Fernando Veríssimo)
quinta-feira, 21 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Parideira de primeira
Uma mulher se casou e teve 13 filhos. Seu marido morreu. Ela então se casou novamente e teve mais 7 filhos. Novamente seu novo marido faleceu, mas ela se casou denovo e teve 5 filhos. E finalmente, ela morreu. Ao lado do caixão, o padre rezou pela alma da mulher, que levou tão a sério a ordem bíblica “Crescei-vos e multiplicai-vos”.
Em meio a um discurso comovente, repleto de elogios, o padre disse:
- Senhor, eles estão finalmente juntos!
Discretamente um vizinho perguntou a um amigo:
- Você acha que ele se referia ao primeiro, ao segundo ou ao terceiro marido?
Ele respondeu, com ar de sacana:
- Eu acho que ele se referiu aos joelhos dela…
Veja também... Com receita é outra coisa
Em meio a um discurso comovente, repleto de elogios, o padre disse:
- Senhor, eles estão finalmente juntos!
Discretamente um vizinho perguntou a um amigo:
- Você acha que ele se referia ao primeiro, ao segundo ou ao terceiro marido?
Ele respondeu, com ar de sacana:
- Eu acho que ele se referiu aos joelhos dela…
Veja também... Com receita é outra coisa
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Policial destreinado
Mineirinho foi preso, estava na delegacia, todo arrebentado. Seus advogados compareceram para libertá-lo, e perguntaram o que havia acontecido.
Mineirinho começa a explicar:
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino. Solidário,comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta que pariu.
Depois disso não lembro de mais nada!
Mineirinho começa a explicar:
Bem, eu estava perto da zona e de repente, vi um montão de gente aglomerada. Estavam socorrendo uma prostituta, que acabara de dar a luz a um lindo menino. Solidário,comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta. Então, um PM, com 2 metros de largura, se aproximou e vendo o pacote nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta que pariu.
Depois disso não lembro de mais nada!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Brasileiro é brasileiro
3 mulheres entram na maternidade, sendo uma delas brasilira. Nasce o filho da 1ª, o médico dá-lhe uma palmada no bumbum e o bebê desata a chorar. Com a 2ª mulher, a situação é igual. Quando nasce o brasileirinho, em vez de 1, a criança leva 5 palmadas.
A brasileira indignada pergunta ao médico:
- Doutor, porque o Sr. aos outros bebês só deu 1 palmada e o meu levou 5?!!!
- Minha senhora, se ele não me largasse o relógio ainda apanhava mais!!!"
A brasileira indignada pergunta ao médico:
- Doutor, porque o Sr. aos outros bebês só deu 1 palmada e o meu levou 5?!!!
- Minha senhora, se ele não me largasse o relógio ainda apanhava mais!!!"
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