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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Aprendam como funciona a política


Navegando há vários meses sem que os marujos tomassem banho ou trocassem de roupas, o que não era novidade na Marinha Mercante britânica, o navio fedia. O Capitão chama seu Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede. Mande os homens trocarem de roupa!

- Yes, Sir!

Simpson reúne seus homens e diz:
- Marujos, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa. David troque a camisa com John. John troque a sua com Peter. Peter troque a sua com Alfred. Alfred troque a sua com Fred...

E assim prosseguiu. Quando todos tinham feito as devidas trocas, ele retorna ao Capitão e diz:
- Sir, todos ja trocaram de roupa. O Capitão, visivelmente aliviado, manda prosseguir a viagem.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Como você quer sua vida?



Um barco ancorou em uma pequena vila mexicana. Um turista americano elogiou o pescador mexicano pela qualidade do seu peixe e perguntou quanto tempo ele levou para pescá-los. 
- Não muito tempo - respondeu o mexicano.

- Mas então, por que você não ficou mais tempo fora e pescou mais? - perguntou o americano.

O mexicano explicou que a sua pequena pescaria foi suficiente para satisfazer suas necessidades e as de sua família.

O americano perguntou: 
- Mas o que você faz com o resto do seu tempo?

- Eu durmo tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos e dou um cochilo depois do almoço com minha esposa. À noite eu vou à vila para ver meus amigos, tomar alguns drinques, tocar violão e cantar algumas músicas. Eu tenho uma vida cheia.

O americano interrompeu:
- Eu tenho um MBA em Harvard e posso ajudá-lo! Você deve começar a pescar todos os dias. Você pode, então, vender o peixe extra que você pesca. Com a receita extra, você pode comprar um barco maior. Com o dinheiro extra que o barco maior irá lhe proporcionar, você pode comprar um segundo, um terceiro e assim por diante até que você tenha toda uma frota de pesqueiros. Em vez de vender o seu peixe a um intermediário, você pode negociar diretamente com as grandes indústrias e talvez até mesmo abrir sua própria fábrica. Você pode então deixar esta pequena aldeia e mudar para a Cidade do México, Los Angeles, ou mesmo Nova York! De lá você pode comandar o seu grande empreendimento.

- Quanto tempo levaria? - perguntou o mexicano.

- Vinte, talvez vinte e cinco anos - respondeu o americano.

- E depois disso?

- Depois? Bom, meu amigo, aí é quando fica realmente interessante - respondeu o americano, rindo - Quando o seu negócio ficar realmente grande, você pode começar a comprar e vender ações e fazer milhões! 

- Milhões? Sério? E depois disso?

- Depois disso você poderá se aposentar, viver em uma pequena aldeia perto da costa, dormir tarde, brincar com seus filhos, pescar alguns peixes, dar um cochilo depois do almoço com sua esposa e aproveitar suas noites bebendo e desfrutando da companhia de seus amigos.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Naufrágio do Titanic

Gosto muito do blog Um sábado qualquer do Carlos Ruas, mas cheguei bem atrasado para o concurso que ele fez com idéias para tirinhas, bom de qualquer forma estou postando aqui no muito pelo a minha idéia, espero que gostem. E visitem o Um sábado qualquer

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Querendo se matar

A loira gostosíssima ia se jogar no mar, no cais do porto de Santos, quando aparece um marinheiro.
- Moça, não faça isso!!!
- Vou me jogar, minha vida é uma droga!
- Não faça isso! Olha, meu navio está de partida para a Europa. Por que você não vem comigo e pensa melhor? Se, chegando lá, você ainda quiser se matar, pelo menos terá conhecido a Europa.

A loira achou a proposta razoável e seguiu com ele para um bote salva-vidas, onde viajaria clandestinamente. Durante duas semanas ele a visitava a noite trazendo comida, água e transava com ela. Até que um dia o capitão fez uma inspeção nos botes e descobriu a loira. Ela, sem saída, lhe contou a verdade.

- Olhe, eu estou aqui, seguindo para a Europa, porque um marinheiro me trouxe... Todas as noites ele me traz comida e água, e como agradecimento eu faço sexo com ele. E combinamos assim até chegarmos à Europa... Ainda falta muito?
- Não sei, moça. Por enquanto, esta balsa só faz a travessia Santos-Guarujá...

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Uma questão de prioridades

Uma senhora, bem idosa, estava no convés de um navio de cruzeiro segurando seu chapéu firmemente, com as duas mãos, para que ele não fosse levado pelo vento...

Um cavalheiro se aproxima e diz:
- Me perdoe, senhora...não pretendo incomodar, mas a senhora já notou que o vento está levantando, bem alto, o seu vestido?

- Já, sim, mas é que eu preciso de ambas as mãos para segurar o chapéu!

- Mas... a senhora deve saber que suas partes íntimas estão sendo expostas! - disse o cavalheiro.

A senhora olhou para baixo, depois para cima, e respondeu:
- Cavalheiro, qualquer coisa que o Sr. esteja vendo aquí embaixo tem 85 anos... O chapéu eu comprei ontem!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sensibilidade masculina

Depois de um naufrágio restaram 8 sobreviventes numa ilhadeserta: 7 homens e 1 mulher.
Após algum tempo se adaptaram a nova situação,
A mulher dava conta dos sete, rolava até uma suruba.
Todo mundo feliz. Porém um belo dia,como um golpe do destino a mulher veio a falecer.
Na primeira semana tudo bem...
Veio a segunda semana... tudo bem, dava para levar....
Na terceira semana o bicho começou a pegar.. a situação começou a ficar feia, mas, ainda deu prá levar...
Até que, na quarta semana, não deu mais pra agüentar...
Um dos marmanjos falou:
- É. galera, não dá mais...




Vamos enterrar a Mulher!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O mágico e o papagaio

Um mágico trabalhava num navio, fazendo shows para os passageiros.
Como o público era diferente em cada semana, o mágico sempre repetia os mesmos truques.
O papagaio do capitão via os shows e começava a entender como o mágico fazia os truques.

Quando ele entendia um truque, começava a gritar no meio do show:
"Olha, não olhem para o mesmo chapéu! Olha, ele está escondendo as flores debaixo da mesa!"

"Hei, porque é que todas as cartas são Ás de Espada?"

O mágico ficava furioso, mas não podia fazer nada, afinal de contas era o papagaio do capitão.

Então um dia o navio afundou.

O mágico acabou agarrado a um pedaço de madeira no meio do mar e por capricho do destino, junto com o papagaio. Eles olharam um para o outro com ódio, mas não proferiram palavra alguma.
Isto continuou por três dias. Finalmente, no terceiro dia, o papagaio não se conteve e disse:

- "Ok, eu desisto. Onde você enfiou a poooorra do navio?"