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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Piadas :: Come terra

Os dois cumpadres pitavam o cigarrim de paia e prosiavam. Um deles pergunta: 

- Ô cumpadre, cumé que chama mesmo aquela coisa que as muié tem (faz um sinal com as duas mãos), quentim, cabeludim, que a gente gosta, é vermeia e que come terra? 
- Uai...quentim. .. vermeia..? A gente gosta? Uái sô, só pode ser a piriquita, mas eu num sabia que comia terra, sô!! 
O outro dá uma pitada no cigarro: 
- Pois come, cumpadre. Só di mim, cumeu treis fazenda.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Piada :: O crachá vale mais


Um oficial do governo vai a uma fazenda, no Texas e diz ao dono, um velho fazendeiro: 
- Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!

O fazendeiro diz: 
- Ok, mas não vá naquele campo ali. - E aponta para uma certa área. 

O oficial diz indignado:
- O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo? - e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro - Este crachá me dá a  autoridade de ir onde quero... e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? me fiz entender?

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo. 

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo  para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda. A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:
- Seu Crachá,  mostra o seu CRACHÁ!!

terça-feira, 12 de julho de 2011

Mulheres... elas sabem tudo!


Um fazendeiro resolveu ir a pé de volta para sua fazenda. No caminho, comprou um balde e um galão de tinta,dois frangos e um ganso vivo..
Quando saiu, parou e ficou matutanto sobre como levar as compras para casa.
Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma mulher que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
- Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?
- Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.
A mulher sugeriu:
- Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.
- Muito obrigado, - disse o homem - é uma boa idéia.
A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo...
A mulher o olhou cautelosamente e disse:
- Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia para abusar?
- Impossível, estou carregando um balde, um galão de tinta, dois frangos e um                    ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?
- Muito simples: coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu seguro os frangos...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Sexo após a morte


Um casal fez um acordo que se existisse reencarnação, o primeiro a morrer informaria o outro como é que era.

O marido foi primeiro, contatou a mulher e contou-lhe:
- Meu Bem... levanto-me cedo e faço sexo. Tomo o café da manhã e vou para o campo de golfe. Faço mais sexo, apanho sol e faço sexo mais algumas vezes. Depois almoço, com muitos legumes e verduras, mais sexo... Depois do jantar, volto ao campo de golfe e faço mais sexo até anoitecer. Depois durmo muito bem para recuperar e no dia seguinte recomeça tudo igual outra vez.

A mulher pergunta:
- Estás no Paraíso?

- Não... reencarnei e agora sou um coelho numa fazendinha em Atibaia

sábado, 12 de março de 2011

Um fazendeiro resolveu ir a pé de volta para sua fazenda. No caminho, comprou um balde e um galão de tinta,dois frangos e um ganso vivo..
Quando saiu, parou e ficou matutanto sobre como levar as compras para casa.
Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma mulher que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
- Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?

- Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.

A mulher sugeriu:
- Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.

- Muito obrigado, - disse o homem - é uma boa idéia.

A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo...

A mulher o olhou cautelosamente e disse:
- Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia para abusar?

- Impossível, estou carregando um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?

- Muito simples: coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu seguro os frangos...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Para tudo dá-se um jeito

Um fazendeiro resolveu ir a pé da cidade, de volta para sua fazenda. No caminho, comprou um balde e um galão de tinta,dois frangos e um ganso vivo. Quando saiu, parou e ficou matutanto sobre como levar as compras para casa.

Enquanto coçava a cabeça, apareceu uma velhinha que lhe disse estar perdida e lhe perguntou:
- Pode me explicar como chegar até a Estrada das Andorinhas, 1603?

- Bem, minha fazenda fica próxima a esse local. Eu a levaria até lá, mas ainda não resolvi como carregar tudo isto.

A velhinha sugeriu:
- Coloque o galão de tinta dentro do balde, carregue o balde em uma das mãos, um frango sob cada braço e o ganso na outra mão.

- Muito obrigado, - disse o homem - é uma boa idéia.

A seguir, partiram os dois para o destino.
No caminho, ele disse:
- Vamos cortar caminho e pegar este atalho, pois economizaremos muito tempo.

A velhinha o olhou cautelosamente e disse:
- Eu sou uma viúva solitária e não tenho marido para me defender. Como saberei se quando estivermos no atalho você não avançará em cima de mim e levantará minha saia pra transar comigo?

- Impossível, estou carregando um balde, um galão de tinta, dois frangos e um ganso vivos. Como eu poderia fazer isso com tanta coisa nas mãos, sendo que se soltar as aves elas fugirão?

- Muito simples: coloque o ganso no chão, ponha o balde invertido sobre ele, coloque o galão sobre o balde e eu  seguro os frangos...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Um Rico advogado paulista, famoso na capital, gostava de caçar nas férias. Estava fazendo tiro ao pato numa região de lagoas, em Patos de Minas. Um dos patos que ele alvejou caiu do outro lado de uma cerca de arame farpado. Sem ver vivalma por perto, pulou a cerca e, quando avançava pela propriedade apareceu um velho dirigindo um tratorzinho, em sua direção.

- Moço, isso aqui é terra particular. Cê pode ir vortano.

- Mas é que eu atirei naquele pato, ele caiu aqui; só vim pegá-lo.

- Pode vortá. Caiu aqui, é meu.

- Olha, meu senhor, sou um influente advogado. Posso meter-lhe uns 15 processos, questionar o seu direito de propriedade, avocar o foro para São Paulo e o senhor vai à falência só de tanto que vai ter que viajar para lá. Vou acabar por lhe tomar esta fazenda. O senhor não me conhece. Não sabe do que sou capaz.

O velho assume um AR entre preocupado e amedrontado e argumenta:
- Peraí, sô. Pur quê que a gente não arresorve a questão usando a regrinha minera pra arresorvê pendenga?

- Como é isso?

- É assim: eu dou três chutes nocê. Depois ocê dá três chutes ni mim. Quem guentá mais caladim, quem gritá menos, ganha a pendenga.

O jovem advogado avalia aquele velhote franzino e, por curiosidade e pelo vício de ganhar disputas, resolve topar.

- Eu, qui sô mais véio, chuto premero.

O advogado concorda. O velho salta do trator e só aí o advogado vê as botinas duras de pneu que ele estava usando. Mas raciocina: ‘Mesmo com essas botas, é um coroa franzino; eu agüento e depois acabo com ele no primeiro pontapé’.

O primeiro chute do velho é bem no saco do advogado, que se curva e se ajoelha gemendo. O segundo pega bem no nariz e o rábula se estatela no pasto lacrimejando e mordendo OS lábios para não urrar de dor. O terceiro pegou nos rins e o advogado, mesmo se quisesse, não conseguiria gritar. Sequer consegue respirar, tamanha a dor.

Passam alguns segundos de agonia, no entanto, e ele começa a se recuperar. Põe-se de pé e ameaça:
- Agora pode ir rezando, vovô, que eu sou faixa marrom de karatê e vou desmontar o senhor só com um chute na testa.

- Num carece não. Eu disisto DA pendenga. Reconheço que pirdi. Pó pegá seu pato.