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sábado, 16 de abril de 2011

Post Scriptum

Antigamente, quando não havia internet, nem telefone, a comunicação entre as pessoas era feita através de cartas, sim, lembram delas, elas não sumiram não. Funcionava assim: Pegava uma folha de papel e escrevia o texto a ser mandado, naturalmente que era mais comum a escrita a caneta e muitas vezes acontecia de depois do "Sinceramente seu, João Roberto", as pessoas lembrarem de falar mais alguma coisa. Foi assim que surgiu o Post Scriptum, que em latim significa algo como "Depois da escrita"

Com o avanço da tecnologia e o surgimento da internet, muita coisa mudou, é fácil demais escrever um email, se errar você volta e corrige, sem rasuras e nem arranhões. Pois bem, mas pela mania da carta, muitas pessoas escrevem o P.S. mesmo no email, como se fosse uma observação. Mas tudo isso acontece por que as coisas são passadas assim e muita gente não pergunta o motivo, simplesmente mantêm. Assim como a história dos macacos, que contarei:

Alguns cientistas, pegaram macacos e colocaram em uma jaula. No centro da jaula havia uma escada com bananas na ponta. um dos macacos resolveu subir as escadas e pegar uma banana, quando isso ocorreu os cientistas jogaram uma forte ducha de mangueira nos macacos de baixo. Quando o segundo macaco resolveu subir os macacos o pegaram e encheram ele de porrada. Então os cientistas retiraram um macaco da jaula e puseram outro que não sabia de nada. Este tentou ir à escada e foi socado antes disso. Em um determinado momentos os cientistas trocaram todos os macacos, ficando na jaula somente macaco que não haviam levado a ducha. Se fosse possível perguntar a um macaco por que eles batiam uns nos outros ele simplesmente responderia: - Não sei ao certo, mas as coisas sempre funcionaram assim.

Então é isso, galera, questionem as coisas, tentem saber o motivo de estarem fazendo algo que todos fazem, pois assim podem surgir novas invenções, novas idéias!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Primeiro de abril

Hoje é dia primeiro de Abril! É mentira! Não, não é! Bom, para quem não sabe, nesse dia as pessoas falam mentiras, não que nos outros dias isso também não aconteça, mas é que esse dia as pessoas se esforçam mais para isso.

Quando eu era criança usava sempre a brincadeira falando que a Xuxa havia morrido, acho que na épica ela era a personalidade mais popular. Muitas pessoas caiam. Com o passar do ano eu perdi um pouco a vontade, sei lá, talvez não achasse mais graça...

Como surgiu?

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no dia das mentiras ou dia dos bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.

Conheça outras mentirinhas...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Higiene antiga

Antigamente, a Higiene pessoal praticamente não existia e mesmo nos palácios mais luxuosos isso era precário. Naquela época quase não existia banheiro, muito menos banho, muito pelo frio e outro pela falta de água encanada. Para se ter uma idéia, as longas saias femininas, não eram usadas apenas por sua beleza, mas também para conter o mau cheiro que se exalava.

Quando se vê cenas de filmes antigos onde o lacaio abana seu amo, isso não ocorre por conta do calor, mas sim para se espantar o mau cheiro. E os grande jardins? Eram depósitos de excrmentos, quando se faziam festas, as pessoas usavam o jardim como banheiro.

Os casamentos eram realizados em junho, pois o primeiro banho do ano era tomado em maio, por isso conhecido pelo mês das noivas, e quando chegava em junho o cheiro ainda estava suportável. Entretanto os odores existiam e para disfarçar as noivas começaram a carregar buquês.

Os banhos eram tomados em uma única tina enorme, cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio de ser o primeiro, depois, sem trocar a água, iam vindo os homens por ordem de idade, depois as mulheres e por último as crianças. Os bebês, então, eram os últimos e quando era sua vez a água já estava tão imunda que era possível perder um bebê ali dentro. Daí a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", usada para os apressadinhos.

terça-feira, 29 de março de 2011

Afogando o ganso


Na Antigüidade, os chineses usavam gansos para satisfazer suas necessidades sexuais. Pouco antes da ejaculação, o homem mergulhava a cabeça do ganso na água para sentir as ''prazerosas contrações anais da vítima, durante seus últimos espasmos''. Em Hong Kong, as prostitutas do cais resolveram adaptar essa prática para atrair clientes. Elas mergulhavam a própria cabeça dentro da água, enquanto o parceiro fazia a penetração da vagina por trás.

As prostitutas até adaptaram, mas a original ficou marcada e até os dias de hoje é conhecida essa expressão.

quarta-feira, 23 de março de 2011

A criação do mouse

Em 9 de Abril de 1997, o técnico de radar Douglas Engelbart recebeu em Washington o prêmio Lemelson-MIT de 500 mil dólares, um dos principais prêmios do mundo para inventores. Em 1968 ele tinha inventado o "XY Position Indicator For A Display System", uma engenhoca a que hoje se chama "mouse" e que é utilizado em todos os computadores.

No início, era uma caixinha de madeira que tinha apenas um botão. O invento de Engelbart ficou sem muita utilização por não haver de necessidade de tal dispositivo. Afinal a maioria dos computadores utilizavam apenas textos sem cursores na tela.

A partir da primeira metade da década de 80, mais precisamente em 1983, a Apple passou a utilizar o pequeno aparelho como dispositivo apontador nos seus micros Lisa. De lá pra cá, o nosso velho e querido "rato", ou "XY Position Indicator For A Display System", tornou-se parte integrante dos atuais PCs.

Foi possível criar o Windows da Microsoft porque o rato existia. Sem ele, trabalhar com esse sistema operativo ou navegar na Internet seria uma tarefa muito mais complicada. Pode mesmo dizer-se que a partir do lançamento do Windows 3.1, em Abril de 1992, o lugar do mouse como peça indispensável estava assegurado.

Na época Douglas Engelbart vendeu a patente do "X-Y Position Indicator" (MOUSE) por 10.000 dólares. Nestes trinta e seis anos, centenas de milhões de computadores e certamente um número igual ou maior de mouses foram vendidos. Se Engelbart tivesse ficado com a patente, teria ficado muito rico.