Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trabalho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Dia que deu ruim

Uma certa vez eu estava indo ao trabalho de ônibus em um trajeto que demorava cerca de uma hora. Quando estava mais ou menos na metade do caminho, me deu uma caganeira sem fim. Não pensei muito desci correndo e procurei um posto de gasolina.

Chegando no posto, ainda tive que esperar, pois estavam terminando de lavar o banheiro. Imagina a minha tensão, segurando toda a merda. Quando abriram o banheiro entrei correndo, quase derrubando o moço da limpeza. Não tive tempo de ver nada e assim que abaixei as calças a merea começou a descer. Foi um momento aliviante. Terminei tudo é decidi voltar psra casa. Peguei o ônibus novamente, mas dessa vez fui em pé até em casa, pois achei que assim era mais fácil de segurar, caso desse mais merda.

Quando cheguei em casa, tirei minha roupa e tive uma grata surpresa. Minha calça estava toda suja de coco na parte de trás. Ainda bem que só vi isso em casa. Imagina a vergonha em pé no ônibus, todo mundo me achando o mendigão.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Piada :: Não dê palpite na separação


Dois amigos conversavam, quando, depois da segunda, terceira, quarta caneca de vinho, Carlos declarou:

- Sabe Beto, descobri uns lances estranhos e acabei com tudo, quase deu morte. Tô na fase da divisão dos bens. Separação é foda!

- Pô, cara, é foda mesmo...

- Tô meio puto, mas agora vou organizar minha vida sozinho e de forma diferente.

- Mas, Carlos, sabe de uma coisa? Sou seu amigo e posso te dizer agora: foi bem melhor mesmo. Tua mulher tava dando pra todo mundo e os caras que tavam comendo, diziam que ela é mais vagabunda que a imperatriz Teodósia de Bizâncio, aquela que gostava de ser comida por três escravos núbios ao mesmo tempo.

- Porra Beto, mas eu me separei foi do meu sócio!


"Silêncio Total"...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Carta do sogro para o futuro genro


Prezado Pedro, meu futuro genro. 

Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha. Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe. Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e o piercing no nariz, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante. 

Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito. E que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta. Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques. 

Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma renomada Universidade, é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola. 

Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza, e reconheço que estava errado. Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha. 

                               Um grande abraço, 

                                                                       Seu futuro sogro. 

  P.S. Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!



sábado, 31 de dezembro de 2011

Dicas :: Como não se comportar em uma entrevista de emprego


1. Bancar ser a última bolacha do pacote
O Brasil vive um momento de ouro para os profissionais com qualificação de tirar o fôlego. Ter um currículo anos luz acima da média, contudo, não pode ser justificativa para dar pano para a presunção na hora da entrevista de emprego.
“É uma questão de oferta e procura. Quando você sabe que a demanda está alta, você tende a se valorizar mais. O cuidado é que tem aumentado a soberba por parte dos candidatos”, afirma Luiz Visconte, sócio da Vicky Block Associados.
Cada vez mais, as empresas valorizam determinados perfis profissionais que em nada combinam com falta de humildade. “Quando você se coloca como a última bolacha do pacote, é o mesmo que dizer para o outro que ele não é tão bom quanto você”, diz o especialista. “O candidato precisa baixar a guarda e mostrar que está lá, realmente, por vontade de estar”.

2. Fugir dos fatos
Agora, qual é o limite entre ser presunçoso e encantar o recrutador com suas qualificações ou conquistas? Com dados e fatos. Ponto final. O problema, segundo Visconte, é que muitos candidatos se perdem em uma porção de adjetivos abstratos sobre eles mesmos. E isso só contribui para que o fique uma imagem presunçosa.
“Quando você tem realizações que são compatíveis com o seu discurso não ficará a impressão de que você está tentando mostrar que é melhor do que a pessoa do outro lado”, diz o sócio da Vicky Block Associados. Ao contrário. Os fatos irão “vender o peixe” sozinhos - sem que você tenha que se desdobrar para impressionar.

3. Ser ignorante nos assuntos da empresa
Aparecer na entrevista sem ter a mínima noção sobre os negócios da companhia já é um deslize sério para candidatos a oportunidades juniores. Para quem pleiteia um cargo mais elevado na hierarquia, essa postura vira falta gravíssima.
“A entrevista é um processo de mão dupla. Da mesma forma que a empresa avalia o candidato, ele deve checar se a proposta faz ou não sentido para ele”, diz Visconte. E, para isso, é preciso preparo prévio.
Ao demostrar algum conhecimento sobre assuntos relacionados a empresa, o candidato denuncia que, realmente, se interessou pela oportunidade. Fato que garante alguns pontos na avaliação final.

4. Trocar de papeis
Agora, de acordo com Ronflard, essa postura não deve ser pretexto para bancar o entrevistador. Lembre-se: esse não é o momento para colocar o recrutador na parede – como se o cargo, e não você, fosse o candidato em questão.
“O profissional deve conduzir a si mesmo como se estivesse determinado a conseguir o emprego em questão”, diz o especialista. “Nunca feche a porta de uma oportunidade”.
Sinal vermelho para os ansiosos de plantão que, de cara, querem saber tudo sobre o pacote de salários. “Você envia um sinal ruim sobre sua verdadeira motivação”, explica. “Além disso, você terá outros momentos (e a pessoa certa) para discutir esse assunto quando o interesse mútuo crescer”.

5. Acabar com a reputação da ex-companhia (ou atual)
Falar mal do emprego ou chefes anteriores além de antiético pode render pontos negativos para a avaliação final do headhunter. “Há entrevistados que, para não assumir seus atos, acabam recriminando outros”, diz Visconte. Além de imaturidade, isso pode apontar o quanto não confiável é o candidato em questão.“Isso também pode gerar uma leitura ruim sobre sua real motivação para mudar de emprego”, diz Ronflard. Em outras palavras, talvez você só queira fugir da atual empresa.

6. Fugir de perguntas nebulosas
Diante de questões que apontem para um erro ou um tropeção anterior na carreira, o jeito é encarar com o máximo de honestidade possível – sem colocar em xeque a reputação de terceiros.
“Quanto mais de frente com o problema, melhor. Menos dúvidas sobram para o recrutador“, diz Visconte. “Se ele conseguir mostrar que essa experiência o ajudou a fechar um ciclo profissional, melhor”.

7. Não ser formal o suficiente
Mais e mais, as empresas estão apostando em entrevistas de emprego mais confortáveis para os candidatos. O problema é que muitos candidatos não percebem que há limites e agem como se estivessem em um happy hour com amigos.
“Não há nenhum problema em ser simpático e caloroso durante a entrevista, desde que isso não ultrapasse os limites do profissionalismo”, diz Rodland. “Você pode parecer próximo ao recrutador, sem ser intrusivo, por exemplo”.
A dica do especialista para isso é simples: “seja sempre um pouco mais formal do que o recrutador”.

8. Deixar o celular ligado (e atender)
Pode parecer básico, mas acredite: muitos candidatos a cargos executivos não conseguem desgrudar do celular nem mesmo durante uma entrevista de emprego. E, sim, há quem atenda uma ligação nessas condições.
Some-se a isso chegar atrasado e, pronto, terá um prato cheio para acabar com todas as chances de conseguir o cargo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cabo anti-Ruído

Uma vez um colega de trabalho estava falando das vantagens de comprar eu cabo anti-ruído. 


Eu achei estranho, mas fiquei admirado com a tecnologia, imaginem, um cabo anti-Ruído, passa o som totalmente limpo e nenhum som, que não esteja compreensível, seja transpassado pela fibra ótica. 


Um cabo anti-ruído seria uma grande solução para gravadoras. Teríamos uma leva de cantores melhores, pois o microfone só iria transmitir a parte boa da voz... 


Fique divagando sobre o assunto até que meu colega concluiu:


- Agora os ratos não vão roer mais os cabos.





Era sobre isso que ele estava falando... :/


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fábula do trabalho


Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório  e pegava duro no trabalho A formiga era produtiva e feliz. O diretor marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora. A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar  os arquivos e controlar as ligações telefônicas.

O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial. A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.

A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer um estudo de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.

Já viu esse filme antes?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Entrevista de emprego - Pérolas do RH


Respostas dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame.

Entrevistador - Então, você está construindo um networking?
Candidato - Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.

Entrevistador - Como você administra a pressão?
Candidato - Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.

Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta?

Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem

Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato - Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.

Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum?

Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato - Muito pelo contrário.

Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.

Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.

Entrevistador - E qual é a sua idade?
Candidato - Com óculos ou sem óculos?

Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato - Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.

Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato - Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?

Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.

Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.

Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber disso.

Entrevistador - Quando digo 'Sucesso', qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato - Pode ser duas palavras?

Entrevistador - Pode.
Candidato - Milho. Nário

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Demissão


- Vai pra puta que o pariu! Você está demitido!
- Como?
- Rua!
- O que eu fiz?
- Cala essa sua boca imunda!
- Mas Seu Alfredo…
- Seu Alfredo é o caralho! Tá ouvindo?
- O que eu fiz, porque você está…
- Você sabe muito bem o que é, seu merda!
- Jatobi…
- Shhh! Quieto! Eu não quero ouvir nenhuma palavra sua.
- Porque esse escândalo na frente de todo mundo?
- Pra todo mundo ver o que acontece quando um funcionário faz cagada aqui dentro!
- Mas que cagada?
- Não se faça de inocente, Seu Carlos, NÃO SE FAÇA DE INOCENTE!
- Tá bom, eu vou embora, mas não pense que vai ficar assim, não!
- O senhor será comunicado por e-mail, eu só estou adiantando o assunto.
- Passar bem!
- Foda-se!
Minutos depois, por e-mail.


De: Alfredo Jatobá
Para: Carlos A. Mendonca 
Assunto: Demissão.
Chuchú,
Desculpe o chilique hoje no escritório, mas a Bete me avisou que ontem, quando a gente estava saindo do Motel, o Paiva (do financeiro) viu a gente. Ele comentou com a Bete que não sabia ao certo, mas desconfiou porque reconheceu o meu carro.
Achei mais seguro te demitir e dar todo aquele chilique de machão (kkkkkkk) pro pessoal não desconfiar da gente. Eu te recontrato na semana que vem, relaxa.
Passo mais tarde na sua casa. Coloca o vinho na geladeira que hoje tem!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Japonês não trabalha doente


- Sefi, Japa no vai trabaiá hoji, muito doenti. Dói cabeça, dói baliga, dói perna. Eu no vai.
Diz o patrão:
- Mas, Japa, eu preciso muito de você aqui, hoje! Olhe, quando me sinto assim, eu procuro a minha mulher e peço pra ela fazer sexo comigo. Isto me faz sentir melhor e então eu posso trabalhar. Tente isso, você vai ver como funciona.
Algumas horas mais tarde, o japonês telefona e diz:
- Sefi, fazi o que sefi mandô. Me sinto booom! Zá vou trabaiá. Bonita a sua casa, sefi.