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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cachorro com a pata fodida


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A verdade sobre Psicose

Lembrar daquela cena famosa do filme Psicose, onde a mulher está no banho e aparece uma sombra...

Pois é, eu sempre achei que fosse do assassino.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O pato e o gambá

A mamãe PATA e a mamãe GAMBÁ atravessavam tranqüilamente uma rodovia, cada uma com um filhotinho, quando, de repente, surge um caminhão em alta velocidade. As mamães na urgência de salvarem seus filhos, os empurraram rapidamente para o acostamento, mas não tiveram tempo de salvarem a si próprias.

O caminhão passou e matou ambas, deixando os pequeninos filhotes sozinhos. O patinho começou chorar compulsivamente, e o pequeno gambá tentou ajudá-lo:
- Porque choras tanto, meu amiguinho?

- É que minha mamãe morreu tão de repente, e nem teve tempo de me dizer quem sou, de onde vim, nada!

O gambazinho:
- Mas é fácil, eu posso ajudá-lo. Olha, você é pequenino, amarelinho, tem pés com nadadeiras e faz Quack... Só pode ser um patinho!!!

E o patinho ficou feliz da vida. Mas na hora, caiu a ficha para o gambazinho, de que sua situação era a mesma, e ele começou a chorar. Então o patinho disse:
- Nossa por que você chora tanto agora?

O gambazinho:
- É que eu descobri que minha situação também é muito triste, não sei quem sou, de onde vim, quem é meu pai...

O patinho tentando ajudar:
- Calma que eu acho que também posso ajudá-lo. Raciocina comigo: Você fede pra caramba, é feio pra cacete, você tem duas cores- preto e branco, não sabe quem é seu pai, não tem mãe... Tá fudido... Você só pode ser Corinthiano !!!

AÍ QUE O GAMBÁ NUNCA MAIS PAROU DE CHORAR...

Cuidado com o que pergunta

O fazendeiro chega na beira de um rio muito largo com sua criação de vacas e pergunta para um menino que está em cima de uma cerca:
- Este rio é fundo garoto?
O menino responde:
- Não, a criação do meu pai passa com a água no peito.
O fazendeiro passa o rebanho e os bichos todos se afogam. Desesperado ele pergunta para o menino:
- Seu pai cria o que moleque?
- Ele cria pato.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Um Rico advogado paulista, famoso na capital, gostava de caçar nas férias. Estava fazendo tiro ao pato numa região de lagoas, em Patos de Minas. Um dos patos que ele alvejou caiu do outro lado de uma cerca de arame farpado. Sem ver vivalma por perto, pulou a cerca e, quando avançava pela propriedade apareceu um velho dirigindo um tratorzinho, em sua direção.

- Moço, isso aqui é terra particular. Cê pode ir vortano.

- Mas é que eu atirei naquele pato, ele caiu aqui; só vim pegá-lo.

- Pode vortá. Caiu aqui, é meu.

- Olha, meu senhor, sou um influente advogado. Posso meter-lhe uns 15 processos, questionar o seu direito de propriedade, avocar o foro para São Paulo e o senhor vai à falência só de tanto que vai ter que viajar para lá. Vou acabar por lhe tomar esta fazenda. O senhor não me conhece. Não sabe do que sou capaz.

O velho assume um AR entre preocupado e amedrontado e argumenta:
- Peraí, sô. Pur quê que a gente não arresorve a questão usando a regrinha minera pra arresorvê pendenga?

- Como é isso?

- É assim: eu dou três chutes nocê. Depois ocê dá três chutes ni mim. Quem guentá mais caladim, quem gritá menos, ganha a pendenga.

O jovem advogado avalia aquele velhote franzino e, por curiosidade e pelo vício de ganhar disputas, resolve topar.

- Eu, qui sô mais véio, chuto premero.

O advogado concorda. O velho salta do trator e só aí o advogado vê as botinas duras de pneu que ele estava usando. Mas raciocina: ‘Mesmo com essas botas, é um coroa franzino; eu agüento e depois acabo com ele no primeiro pontapé’.

O primeiro chute do velho é bem no saco do advogado, que se curva e se ajoelha gemendo. O segundo pega bem no nariz e o rábula se estatela no pasto lacrimejando e mordendo OS lábios para não urrar de dor. O terceiro pegou nos rins e o advogado, mesmo se quisesse, não conseguiria gritar. Sequer consegue respirar, tamanha a dor.

Passam alguns segundos de agonia, no entanto, e ele começa a se recuperar. Põe-se de pé e ameaça:
- Agora pode ir rezando, vovô, que eu sou faixa marrom de karatê e vou desmontar o senhor só com um chute na testa.

- Num carece não. Eu disisto DA pendenga. Reconheço que pirdi. Pó pegá seu pato.